"O pensador é antes de tudo dinamite, um aterrorizante explosivo que põe em perigo o mundo inteiro".
(Friedrich Nietzsche)

quinta-feira, 16 de maio de 2013

GEOGRAFIA DIVERTIDA



 Simoni Rosa Sanches escreveu um texto muito gostoso para ajudar a filha Gabriela decorar o nome de estados e capitais do Brasil.
Simoni e Gabriela resolveram compartilhar com os leitores do Cruzeirinho. Nós não entendemos o final e Simoni escreveu de novo para explicar.
Agradecemos pela colaboração e temos certeza de que as crianças vão gostar bastante!
SALVADOR foi pra BAHIA procurar a TERESINA, mas ela estava no PIAUÍ. Resolveu então passar o NATAL no RIO GRANDE DO NORTE, mas errou o caminho e desembarcou num PORTO ALEGRE lá no RIO GRANDE DO SUL.
Avistou um CAMPO GRANDE ao passar pelo MATO GROSSO DO SUL, e rogou ao ESPÍRITO SANTO para ter VITÓRIA em sua busca. Conheceu um PARAÍBA que se chamava JOÃO PESSOA, devoto de SÃO LUÍS que morava no MARANHÃO.
Encontrou um carro estranho que parecia SERGIPE de um vendedor de suco. Sentiu sede e perguntou: - Que sabor tem? - ARA, CAJU!- Respondeu ele.
Continuou a viagem e foi PARÁ lá em BELÉM, e encontrou uma linda AMAZONAS cavalgando em MANAUS. Achou BOA a VISTA ao passar por RORAIMA, pegou um barco no PORTO VELHO para cruzar o RIO BRANCO, pois ACREditava encontrar um BELO HORIZONTE nos campos das MINAS GERAIS.
Passou por uma rica casa e perguntou ao guarda da FORTALEZA : - CEARÁ que consigo chegar em CUIABÁ passando por esse MATO GROSSO? - Pergunte aquele homem, tocador de viola, mas peça antes pra ele tocar. Fale com jeito com ele, peça: - TOCA TINS, e não se esqueça de bater PALMAS. O homem lhe respondeu: - Nade até aquela ALAGOAS e vai chegar à MACEIÓ. Se tiver sorte, chegará ao RIO em JANEIRO.
Acho que sua amada já voltou pra SÃO PAULO. Acenda uma vela pra SANTA CATARINA e leve muitas FLORIANÓPOLIS pra enfeitar sua igreja, que fica lá em GOIÂNIA, pras bandas de GOIÁS.
Ao chegar em CURITIBA, PARANÁ praça da fonte e tome um café bem forte. Descanse bastante antes, pois ao encontrar sua amada, AMAPÁ toda vida e não se esqueça de MACAPÁ com ela se casar.
Se você também não entendeu o finalzinho, olha o que a Simone mandou:
O Amapá, significa ama pra toda vida, e o Macapá, é marcar pra com ela se casar.
E então, não é uma divertida aula de geografia?

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Boa pedida para pesquisa com os estudantes...

Olá pessoal!!!

O site do IBGE é uma ótima dica para trabalhar vários aspectos da geografia humana, nele podemos encontrar aspectos econômicos e populacionais, atuais e mais antigos possibilitando comparações e reflexões e muito mais. Vale a pena explorar!


quinta-feira, 2 de maio de 2013

A Importância dos Recursos Tecnológicos no Ensino de Geografia


       Leitura para refletir...

  A Importância dos Recursos Tecnológicos na Geografia trata das tecnologias educacionais e seu uso nas aulas de Geografia e como esses recursos podem contribuir no ensino e na aprendizagem dessa disciplina. O modelo da sociedade tradicional criou uma educação tradicional o que de certa forma limitou muito o ensino da Geografia, deixando a visão critica de lado, valorizando apenas o escrito e o apresentado oralmente. O uso das novas tecnologias educacionais dentro da sala de aula aparece como uma oportunidade de apresentar os conteúdos geográficos, já que boa parte dos alunos tem acesso à tecnologia, seja em casa ou em outros lugares. 
          Entende-se que esse modelo de ensino parece muito mais interessante do que o modelo de educação tradicional, entretanto nem sempre essa oportunidade é  dada a todos, um exemplo disso são os alunos de escolas publicas que pouco lhes é oferecidos acesso as tecnologias. O procedimento metodológico da pesquisa foi baseado em pesquisas bibliográficas a respeito do tema abordando a problemática do ensino de Geografia no tocante às dificuldades de uso e aplicação dos novos recursos tecnológicos.
          A analise e observação das relações: 1) professor-aluno; 2) professor – “novos” recursos didáticos: e 3) alunos - “novos” recursos didáticos; assim como a entrevista com alguns alunos e professores de Geografia também fizeram parte dos métodos aplicados. Essas observações e analises foram realizadas em algumas escolas publicas da cidade de Porto Nacional no estado do Tocantins.
          
       O texto traz algumas informações, que é de fundamental importância para discutir essa nova realidade, como por exemplo: o relacionamento do professor com os alunos, algo fundamental para a aceitação das “novas” tecnologias dentro da sala de aula, o domínio das tecnologias pelos professores, a interação interdisciplinar, relacionando tempo e espaço entre outras. Na analisar dos dados da pesquisa o texto mostra que para os alunos o uso dos recursos tecnológicos transforma uma aula monótona em uma boa aula, entretanto em relação aos professores apontam muitas dificuldades na utilização desses recursos, como por exemplo; dificuldade em aceitar e/ou manusear os novos recursos tecnológicos, segundo o texto a TV e o aparelho de DVD já são utilizados em sala de aula, mas ainda existe uma grande dificuldade com o uso do computador ligado a internet e o data-show, devido também ao custo na manutenção desses materiais eles são guardados em salas específicas, e são pouco utilizados nas escolas.
            Outro ponto importante do texto é quando trata da questão do profissional capacitado ou não. “uso das tecnologias não pode ser eficiente se em sala de aula existe um professor deficiente”. É importante um aparato tecnológico nas escolas, mas não devemos deixar de analisar a questão da preparação desse “professor” que em muitos casos não tiveram contato com essa “nova” tecnologia no seu processo de formação; é preciso reciclar esse profissional, proporcionar-lhe segurança, domínio para lidar com essa nova realidade.
Diante disso entendemos que a tecnologia deve incentivar o aprendizado do aluno e ser um auxilio para uma boa aula, contudo, o professor precisa planejar especialmente bem a sua aula para que esta atraia a atenção do aluno sem fugir dos conteúdos. A responsabilidade do sucesso das novas tecnologias educacionais de certa forma depende muito do professor, pois ele será o responsável por se adequar à nova didática e pela procura da forma mais conveniente da utilização destes novos métodos para que essa atividade traga benefícios para a educação e, sobretudo no ensino de Geografia.

Webquest...

Este é o endereço da minha webquest:



O tema é Ciclo das Rochas.

terça-feira, 30 de abril de 2013

A terra é azul...

Palavras de um astronauta, porém eu diria que vista do espaço a noite  é linda!!!


   

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Imagem para complementar a reflexão...


"Por uma globalização mais humana"

Vale a pena refletir:



Por uma globalização mais humana
A globalização é o estágio supremo da internacionalização. O processo de intercâmbio entre países, que marcou o desenvolvimento do capitalismo desde o período mercantil dos séculos 17 e 18, expande-se com a industrialização, ganha novas bases com a grande indústria, nos fins do século 19, e, agora, adquire mais intensidade, mais amplitude e novas feições. O mundo inteiro torna-se envolvido em todo tipo de troca: técnica, comercial, financeira, cultural.


Vivemos um novo período na história da humanidade. 
A base dessa verdadeira revolução é o progresso técnico, obtido em razão do desenvolvimento científico e baseado na importância obtida pela tecnologia, a chamade ciência da produção.
Todo o planeta é praticamente coberto por um único sistema técnico, tornado indispensável à produção e ao intercâmbio e fundamento do consumo, em suas novas formas.Graças às novas técnicas, a informação pode se difundir instantaneamente por todo o planeta, e o conhecimento do que se passa em um lugar é possível em todos os pontos da Terra.
A produção globalizada e a informação globalizada permitem a emergência de um lucro em escala mundial, buscado pelas firmas globais que constituem o verdadeiro motor da atividade econômica.Tudo isso é movido por uma concorrência superlativa entre os principais agentes econômicos -- a competitividade.
Num mundo assim transformado, todos os lugares tendem a tornar-se globais, e o que acontece em qualquer ponto do ecúmeno (parte habitada da Terra) tem relação com o acontece em todos os demais.
Daí a ilusão de vivermos num mundo sem fronteiras, uma aldeia global. Na realidade, as relações chamadas globais são reservadas a um pequeno número de agentes, os grandes bancos e empresas transnacionais, alguns Estados, as grandes organizações internacionais.
Infelizmente, o estágio atual da globalização está produzindo ainda mais desigualdades. E, ao contrário do que se esperava, crescem o desemprego, a pobreza, a fome, a insegurança do cotidiano, num mundo que se fragmenta e onde se ampliam as fraturas sociais.
A droga, com sua enorme difusão, constitui um dos grandes flagelos desta época.
O mundo parece, agora, girar sem destino. É a chamada globalização perversa. Ela está sendo tanto mais perversa porque as enormes possibilidades oferecidas pelas conquistas científicas e técnicas não estão sendo adequadamente usadas.Não cabe, todavia, perder a esperança, porque os progressos técnicos obtidos neste fim de século 20, se usados de uma outra maneira, bastariam para produzir muito mais alimentos do que a população atual necessita e, aplicados à medicina, reduziriam drasticamente as doenças e a mortalidade.Um mundo solidário produzirá muitos empregos, ampliando um intercâmbio pacífico entre os povos e eliminando a belicosidade do processo competitivo, que todos os dias reduz a mão-de-obra. É possível pensar na realização de um mundo de bem-estar, onde os homens serão mais felizes, um outro tipo de globalização.
Trecho do livro de Milton Santos: "O País Distorcido"
Autor: Milton Santos
Editora: Publifolha
Páginas: 224

terça-feira, 23 de abril de 2013

O Monge e o Macaco

Profe Márcia: O Monge e o Macaco

Mudanças...evolução...tecnologias.

O tempo passa, a sociedade modifica o espaço e se molda a ele. 
Uma coisa nunca muda...
Buscamos soluções e comodidade.





Imagens e reportagens incríveis...




Uma pitada de aventura. O mundo que nos rodeia a partir de outro ponto de vista.



Piadinha do dia...


Joaozinho prova de geografia


A mãe do Joãozinho sabia, que ele não ligava muito pra religião, por isso se assustou, quando viu o menino ajoelhado ao pé da cama, com as mãos juntas e rezando fervorosamente. Então ela perguntou:
- Meu filho, por que você está rezando tanto?
E o Joãozinho responde:
- Pro Rio Amazonas ir para o Ceará.
- Como?! Rio Amazonas no Ceará? - pergunta a mãe, não entendendo nada – Por que você está rezando para isto?
- Porque foi o que eu coloquei na prova de Geografia!

PESQUISA FRACASSADA



A ONU resolveu fazer uma pesquisa em todo o mundo.

Enviou uma carta para o representante de cada país com a pergunta: "Por favor, digahonestamente qual é a sua opinião sobre a escassez de alimentos no resto do mundo".

A pesquisa foi um grande fracasso. Sabe por quê?

Todos os países europeus não entenderam o que era "escassez".

Os africanos não sabiam o que era "alimento".

Os cubanos estranharam e pediram maiores explicações sobre o que era "opinião".

Os argentinos mal sabem o significado de "por favor".

Os norte-americanos nem imaginam o que significa "resto do mundo".

congresso brasileiro está até agora debatendo o que é "honestamente".



Origens do planeta terra...



Fonte: You Tube

A história das coisas

Fonte: YouTube

Portal do professor

http://portaldoprofessor.mec.gov.br/index.html

National geografic

http://viajeaqui.abril.com.br/national-geographic

Google maps

https://maps.google.com.br/maps?hl=pt-BR&tab=wl

Colonização e formação dos EUA


Área:
Ciêcias Humanas – Geografia

Tema:
Colonização e formação dos EUA

Série:
7º série , 8º ano

Objetivo:

  • Observar o traçado de limites terriotoriais dos EUA e compreender sua formação histórica e divisão interna;
  • Compreender como a Guerra da Secessão e a Corrida para o Oeste Interferiram na formação territorial dos Eua.

Desenvolvimento:

  • Levar o mapa dop EUA para sala de aula e questionar os estudantes sobre o que lhes chama atenção observando-o.
  • A partir das respostas levantar hipóteses do que pode ter feito com que a divissão territorial fosse tão assimétria.
  • Estudar com eles o texto: “A conquista do Oeste” que trata da vinda dos imigrantes inglêses que fugiam de conflitos religiosos, da guerra pelo poder entre os estados do norte e dos sul e da colonização do atual oeste dos Eua e os conflitos com os nativos da região (o texto é curto e aborda superficialmente os fatos de modo a instigar a curiosidade sobre estes pontos.)
  • Constituir trios para que pesquisem sobre estes temas específicos.
  • Realizar uma mesa redonda para explanar os conteúdos elencando pontos principais.

Fechamento:

  • Utilizando o computador acessar o software Kgeography e nele escolher o mapa dos EUA;
  • Explorar o mapa de modo a reconhecer os fatos históricos na formação do território elaborando um a lista de estados e o principal fato nele ocorrido;
  • Construir um mapa dos Eua destacando os estados e fatos acima destacados.
  • Expor os mapas na escola.
Recursos:
-Mapa - Texto
-Computador - Internet e livros didáticos



A Industrialização e as Questões Ambientais


Plano de Aula Geografia

Tema: A Industrialização e as Questões Ambientais

7ª série ou 8ºano

Tempo de Duração: 6 Períodos

ObjetivoGeral:

P
roporcionar reflexões sobre a história das coisas que são utilizadas em nosso cotidiano. Por meio dela pretendemos que os estudantes ponderem sobre a exploração dos recursos naturais, a poluição causada pela produção industrial, a distribuição e o consumo dos produtos industrializados e a produção de lixo na sociedade contemporânea.

Habilidades:

  • Perceber que a ação humana produz vários impactos ambientais, refletindo criticamente sobre os processos históricos responsáveis pela problemática atual.
  • Perceber que a ação humana traz resultados positivos e negativos à paisagem para propor intervenções solidárias ambientalmente corretas.
    Procedimentos de ensino: 
    A aula será iniciada com as seguintes perguntas problematizadoras:
    1. Você já se perguntou de onde vem todas as coisas que compramos e para onde vão quando nos desfazemos delas?
2. Como e onde são produzidas estas coisas e por que​​​m?
No segundo momento, faremos a busca de opiniões em formato de resenhas e resumos sobre o vídeo a História das Coisas, na sala de aula digital, buscando identificar algumas respostas aos questionamentos iniciais e estudar os conceitos geográficos ali inseridos.

Na sequência assistiremos ao vídeo: “História das Coisas, versão brasileira do documentário The Story of Stuffde Annie Leonard”.

Posteriormente, estudantes se reunirão em grupo para debater e criar alternativas ambientalmente e socialmente corretas.
O fechamento se dará com uma mesa redonda onde os estudantes vão explanar as suas propostas e debater a viabilidade considerando os conceitos geográficos e a evolução social.


    Avaliação:

    O aluno demonstrará seu aproveitamento mediante participação e interesse nas atividades realizadas em classe, questionamento das leituras programadas, apresentação de atividades individuais ou grupais, compreensão de conceitos, percepção do impacto da evolução tecnológica e social, auto avaliação. 

Recursos:

Explanação oral, debate, textos, vídeo, livro didático, sala de aula digital.